
Autor NEODY
Luiz Claudio Rangel
Inteligência para negócios.
Conheça o autor ↓Mestre em Gestão da Economia Criativa, Estratégia e Inovação pela ESPM.
Executivo e consultor do Sebrae, atua há mais de 15 anos em estratégia, marketing, vendas e experiência do cliente. Acumula mais de 300 empresas diagnosticadas e atendidas.
Na NEODY, escreve sobre inteligência artificial, economia digital, estratégia e tomada de decisão.
Principais temas
- Inteligência artificial
- Economia digital
- Estratégia
- Tomada de decisão
Análises de Luiz
5 publicações
Seu site está preparado para agentes de IA?
Aparecer em uma resposta não garante que seu produto possa ser comparado ou comprado. A próxima decisão envolve catálogo, atualização dos dados e integração comercial. A NEODY propõe um método para identificar onde a jornada interrompe.
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A IA começa a comprar. O que muda para quem vende?
Google, Visa e Mastercard estão construindo infraestrutura para agentes pesquisarem produtos, compararem alternativas e participarem da transação. Para as empresas, uma nova disputa começa a surgir entre a intenção do consumidor e a escolha final.
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62% aceleram agentes de IA. Só 17% têm governança para levá-los a processos críticos
O Brasil acelera a adoção de agentes, mas a governança não avança no mesmo ritmo. Quando a IA deixa de apenas responder e começa a executar, a discussão passa a envolver autonomia, alçada, supervisão e responsabilidade.
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O cliente perguntou à IA. Sua marca apareceu?
A disputa por descoberta começa a chegar às respostas de IA. Mas aparecer não basta: o valor depende da influência sobre a decisão e da capacidade de transformar consideração em negócio.
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Quanto a IA precisa economizar para se pagar?
Horas economizadas demonstram eficiência. O retorno aparece quando a empresa entende o que fez com a capacidade que a IA devolveu.
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